Por trás da NCAA – E os playoffs?

12 05 2009

Qual é o melhor sistema para determinar o campeão da NCAA? Nos anos recentes, o sistema usado no BCS provou ser problemático em determinar o campeão do college football.

Ano passado, por exemplo, tivemos um caso que colocou em xeque esse sistema. Na conferencia Big 12, uma das maiores da liga, tivemos um empate triplo, entre Texas, Oklahoma e Texas Tech, o primeiro critério de desempate era o confronto direto, mas eis que surge o problema, Texas ganhou de Oklahoma que ganhou de Texas Tech que ganhou de Texas. O segundo critério era o ranking da BCS e por uma diferença menor que 0.02, numa pontuação que vai ate 1.0, o finalista foi Oklahoma, que ganhou o tiulo da Big 12 e foi para a final da NCAA. Mas Texas venceu o finalista por uma diferença de 10 pontos e todos consideravam que eles deveriam ser os finalistas, mas não foi o que aconteceu. Além desse caso tivemos um time, Utah, que terminou a temporada invicto. Isso botou em duvida tem quem foi realmente o campeão, Florida que ganhou na

Tudo isto fez crescer os pedidos e a pressão para a implantação de um sistema de playoffs para decidir o detentor do titulo.

"Tudo isto fez crescer os pedidos e a pressão para a implantação de um sistema de playoffs para decidir o detentor do titulo."

Final da BCS, ou Texas, que tinha o melhor time, ou Utah que não perdeu para ninguém? Tudo isto fez crescer os pedidos e a pressão para a implantação de um sistema de playoffs para decidir o detentor do titulo.

O sistema atual, do bowls games e dos rankings, tem uma grande tradição antiga na NCAA, resultando com jogos inesquecíveis, como o Rose Bowl com a final de 2006, com Vince Young correndo para mais de 200 jardas e cada time somando mais de 550 jardas de ataque. Ou aquele Orange Bowl de 1984, onde Nebraska que era considerado o melhor time da historia perdeu por 1 ponto para o time de Miami que começara o campeonato fora do Top 25. Todos os bowls tem sua historia e seus jogos memoráveis, e é esse o arguemento mais utilizado pelos defensores do atual sistema. Mas existe um outro lado, mais “oculto” que ninguém alega ser o motivo, mas que pode ser um grande fator nesta história.

O BCS lucra cerca de 96 milhões de dólares, em média, por ano. E é este o verdadeiro motivo, ou o mais forte, pelo qual a NCAA ainda opte pelo atual sistema, porque, sinceramente, financeiramente falando, se estes bowls não dessem lucro duvido que os chefões da liga pensariam em tradição e história.

recentemente o cordenador do BCS, John Swofford, rejeitou uma mudança para o formato de playoffs

"recentemente o cordenador do BCS, John Swofford, rejeitou uma mudança para o formato de playoffs"

Recentemente o coordenador do BCS, John Swofford, rejeitou uma mudança para o sistema de playoffs, alegando justamente que essa mudança iria ameaçar a existência dos tradicionais bowls. “Patrocínios e cotas de TV que vão para os Bowls seriam desviados para os jogos de playoffs, o que significa que seria impossível para qualquer bowl, incluindo o BCS Championship e os outros, sobreviver.” afirmou Swofford.

Além disso o recente contrato assinado entre o BCS e a ESPN vem sendo usado como empecilho para uma eventual mudança. Este acordo, que valhe cerca de 125 milhoes de dólares por ano, garante o direito de transmissão à ESPN dos principais bowls a partir da temporada de 2011 e impede qualquer mudança no sistema até 2014. Mas a ESPN já alegou que não faria qualquer obstáculo caso a NCAA queira mudar o sistema.

Outro fator contra o sistema atual do BCS é que nem todos os times têm uma oportunidade real de disputarem o título. Para entender o porque antes precisamos entender o complicado sistema. Primeiro seleciona os Top 25 times das listas Harris Interactive Poll e USA Today Coaches Pool. Nessa lista cada time tem uma pontuação que pode chegar até 2850 na da Harris e 1575 na USA Today e suas pontuações determinam o 1º ao 25º time. Depois 6 computadores fazem suas próprias listas, dando notas para 6 quesitos desses times, como dificuldade do calendário, record contra times top10, times top15, entre outros, onde 25 é para o 1º e 1 para o 25º. A melhor e a pior nota são descartadas, e as outras 4 são somadas e divididas por 100(o máximo de pontos possíveis), produzindo o Computer Ranking Average. Por fim, pega-se a porcentagem de pontos do time na Harris e na USA Today Poll, somasse com a media do computador e produz uma outra media, a BCS Average, que é a lista final para determinar a posição de cada time. (Ufa! Não entendeu nada? Não se preocupe, ninguém entende.)

Por causa dessa estranha forma de classificação, os times que não são afiliados das 6 maiores conferencias (ACC, Big 12, Big East, Big Ten, SEC e Pac-10) acabam não estando no centro das atenções, e por isso ficam de fora da Harris e USA Today Poll, assim não tem chance de sonhar em jogar o BCS National Championship Game, ou seja, a final. Como se isso já não bastasse, esses times não tem a chance nem de jogar os 4 principais bowls, que são o Rose Bowl, Fiesta Bowl, Orange Bowl e o Sugar Bowl. Eis os critérios para jogar os outros 4 principais bowls:

Rose Bowl: Big Ten Champion x Pac-10 Champion
Tostitos Fiesta Bowl:
Big 12 Champion x ???
FedEx Orange Bowl:
ACC Champion x ???
Allstate Sugar Bowl:
SEC Champion x ???

O campeão da Big East ocupa uma das três vagas restantes. Caso o vencedor de uma das conferências vá para a final, o vice-campeão da conferencia ocupa a vaga. As outras vagas são preenchidas pelos melhores times disponíveis para jogar na classificação final do BCS.

Por tudo isso, é cada vez maior a pressão para a implementação dos Playoffs, onde os times de melhores records disputariam a fase final, mais ou menos nos moldes do campeonato de basquete da NCAA.

O que você prefere? O sistema atual é muito injusto? Comente !






Coluna do Andriy – De olho neles !

6 05 2009

Mais uma temporada na NCAA vem ai, começa apenas no fim de Agosto, mas os Spring Trainings(ST) já estão ocorrendo e é neles onde os calouros conhecem seus colegas de equipe e começam a aprender o jogo de sua escola, à qual vão defender pelos próximos 4 ou 5 anos. E nesse ano chegam três jogadores aos ST que prometem ser os grandes quarterbacks da NCAA em alguns anos e futuros finalistas do Heisman Trophy, são eles Matt Barkley, Garrett Gilbert e Russell Shepard.

Rankeado como nº 1 do ESPN U 150 Top List, uma das mais respeitadas listas do melhores calouros disponíveis para as universidades, Matt

Barkley é apontado como o futuro astro da liga

'Barkley é apontado como o futuro astro da liga'

Barkley é apontado como o futuro astro da liga. Seus números na High School, Ensino Médio aqui no Brasil, podem não ser espetaculares, mas seu talento é inquestionável. Em seus 1º ano na Mater Dei High School, ele passou para 1.685 jardas, marcando 10 TouchDowns, mas uma fratura na sua clavícula o tirou da fase mata-mata do torneio nacional. Mas ele mostrou muita habilidade e maturidade, o que fez com que o técnico da escola permitisse que o próprio jogador decidisse as jogadas, coisa que não havia acontecido nos 20 anos que o técnico ocupava o cargo na escola. Em sua segunda temporada, Barkley mateve o ritmo, passando para 1.349 jardas e 11 TD. Mas em seu terceito e ultimo ano na escola, seus números foram muito bons, lançando 35 TD e 3.576, fazendo com que somasse ao fim de sua carreira na High School com 6.594 jardas e 57 TD.

Mas o mais impressionante no jogador é que ele está pronto para o College. Seu típico físico, 1,91m e 100 kg, é perfeito para um quarterback. Matt tem as características ideais para a NFL, é um QB Pocket, ou seja, não consegue correr para muitas jardas, assim como consegue Tim Tebow, mas tem uma boa mobilidade para fugir dos sacks e conseguir uma segunda chance para o passe. Seu mecanismo de passe, sua força no braço, sua precisão e sua visão de jogo o fazem ser o melhor propect da classe 2009 da NCAA. Guardando as devidas proporções, seu estilo de jogo é comparado com de Sam Bradford e até mesmo de Tom Brady, para os mais otimistas, para não dizer precipitados. Tudo isso fez chamar a atenção dos olheiros das principais universidades, com isso o jogador assinou acordo com a USC, uma das mais tradicionais universidades do futebol americano universitário.

Abaixo de Matt Barkley vem Russell Shepard. Em sua carreira no colegial, ele teve espetaculares números, mas como RB, correu para 66 TD em 3

Em sua carreira no colegial, ele teve espetaculares números, mas como RB

'Em sua carreira no colegial, ele teve espetaculares números, mas como RB'

anos, somando mais de 4800 jardas terrestres. Como QB ele teve bons números apenas em seu ultimo ano, marcando 20 TD e avançando 1.843 jardas pelo ar. Esses números o colocam na posição nº3 na lista ESPNU, envolvendo todos os jogadores de todas as posições. Ele foi qualificado como ATH, devido aos seus bons números como QB e RB. Chamou a atenção de varias universidades, entre elas Texas, LSU e USC. Shepard estudou em Harris County, região da cidade de Houston, o que dava uma vantagem à Universidade do Texas em seu recrutamento, mas devido ao fato de Garrett Gilbert já ter se comprometido com essa universidade, Russell viu que jogar de QB seria bem difícil, e como era essa a posição que ele queria ocupar, ele assinou com a LSU, Louisiana State University, uma das melhores do país também. Certamente Texas perdeu a oportunidade de formar o melhor ataque da NCAA, caso tivesse Gilbert de QB e Shepard de RB, mas por opção do jogador, esse ataque não poderá ser formado.

Por último, mas não menos importante, vem Garrett Gilbert, que detém a posição 11 no ESPNU. Ele é o atual dono do Premio Gatorade para o Melhor Atleta do Ano, este que pertencia a Matt Barkley em 2007. Seus números na Lake Travis High School são nada menos que espetaculares. Em seu primeiro ano ele já lançou para 29 TD e 2.859 jardas, completando 62% dos seus passes. Depois disso, suas estatísticas só melhoraram, em 2007 ele teve impressionantes 52 TD, 4.827 jardas aéreas, 64.7% de passes completos e apenas 12 interceptações. Em 2008 ele manteve o ritmo e passou para 4.851 jardas e 55 TD, um recorde para uma única temporada. Neste mesmo ano ele liderou sua escola para uma temporada perfeita, ou seja, 16 vitórias e nenhuma derrota, em toda sua carreita ele teve 39v e apenas 4d.

Tudo isso fez com que ele terminasse a High School quebrando um recorde do Estado do Texas, com impressionantes, 12.534 jardas passadas.

'Tudo isso fez com que ele terminasse a High School quebrando um recorde do Estado do Texas, com impressionantes, 12.534 jardas passadas.'

Como já dito, Gilbert será jogador da UT, universidade que tem o campus em sua cidade natal, Austin, capital do estado. Ele vem tendo grandes elogios de vários especialistas. Mesmo antes de entrar no College, Jackie Sherill, técnico da NCAA entre 1976 e 2003, o apontou como o melhor quarterback desde Dan Marino, que um pouco de exagero e precipitação. Mas seu talento é inquestionável, sua força no braço e pontaria são perfeitas. Ele também é um Pocket QB, mas ele tem agilidade e velocidade para jogar numa Spread Offense, onde a capacidade de corrida de um QB é bastante necessária. Seu tipo físico é bastante bom, 1,93m e 95Kg, mas ainda é um pouco fraco, de uma maneira geral, e deve concertar esse defeito rapidamente na universidade. Alguns jornalistas da ESPN já dão como certo que ele será um dos futuros ganhadores do Heisman.

Garrett Gilbert rapidamente se tornará titular, o que lhe da uma pequena vantagem sobre Matt Barkley. Colt McCoy, atual QB titular da UT, está em seu Sênior Year, ou seja, último ano na NCAA, e Gilbert é o melhor substituto para ele. Barkley jogará na USC, e como já é tradição lá, o quarterback deve jogar 2 anos de reserva e 2 como titular. Correndo por fora está Shepard que tem o estilo de jogo de Tim Tebow, sabe passar e também sabe correr muito bem. Esse estilo é o que faz mais sucesso na NCAA, mas nem tanto na NFL.

Fazendo uma rápida analise temos que Gilbert deve jogar as 4 temporadas como titular, já que este ano ele deve ser um Red Shirt, além disso ele jogará na Big 12 Conference, uma conferência onde o ataque é tudo e jogará na 2ª universidade que mais venceu jogos na história da NCAA. Matt Barkley jogará na USC, universidade que talvez tenha o melhor programa de futebol americano de todo o país, e também jogará numa conferência onde não terá concorrentes a altura, a Pac-10, ou seja, poderá mostrar todo seu futebol sem problemas. Russel Shepard é um QB Dual-Threat, ou seja, é bom no jogo aéreo e terrestre, o que é comprovadamente um estilo de sucesso na NCAA, mas jogará na SEC onde estão as melhores defesas do país. Levando tudo isso em conta, na minha humilde opinião, Garrett Gilbert e Matt Barkley serão os QB top da NCAA, com o Shepard em terceiro, mas como Gilbert terá mais experiência como titular, assim provavelmente ele terá mais titulos na NCAA, mas é provável que veremos um Gilbert x Barkley na BCS Championship, o que seria fantástico. Mas apostas sempre podem falhar, e apenas com o tempo veremos qual dos três terá mais sucesso na NFL e NCAA, mas certamente serão grandes nomes e por isso não percam a oportunidade de vê-los jogarem, porque daqui a algum tempo podem estar num Hall-of-Fame e você terá o prazer de dizer que viu ele jogar desde o College Football.





Análises do draft por equipe – AFC South

6 05 2009

Houston Texans: – Nota: A-

O time fez um excelente draft, um dos melhores, e cada vez mais vem subindo seu potencial, acredito que nesse ano consiga brigar com Colts e Titans pelo titulo da divisão. O time começou bem o 1º dia, draftando jogadores que já podem dar impacto no time em 2009 mesmo e no 2º dia aproveitou para melhorara seu Depth Chart na secundaria.

Brian Cushing, OLB – USC
15º overall – 1º round

O time precisava de um LB, mas a escolha foi duvidosa, Clay Matthews Jr. era tido como uma melhor opção, mas a escolha faz sentido mesmo que pareça com um reach, já que a necessidade de um jogador para jogar ao lado de DeMeco Ryans era visível. B-

Connor Barwin, DE – Cincinnati
46º overall – 2º round

Talvez fosse melhor o time ir atrás de um jogador para sua OL, mas li uma explicação bem interessante: Para um time ganhar, do que se precisa? Um Quarterback e alguém que o proteja, além de precisar de alguém que ataque o outro QB. Houston já tem uma parte disso, eles tem Matt Schaub e Duane Brown. Agora precisam de atacar o QB adversário, e somando Barwin com Mario Williams eles terão um pass-rush forte, o que é necessário em uma divisão com Peyton Manning.  A

Antoine Caldwell, C/G – Alabama
77º overall – 3º round

Excelente escolha, com Caldwell o time traz uma maior solidez para sua linha ofensiva alem de preencher uma grande necessidade do time, Caldwell é um ótimo jogador que contribuiu muito para a boa campanha de Alabama na NCAA na última temporada. B+

Em suas últimas escolhas o time “draftou” 2CB, 1SS e 2TE. CB Glover Quinn(112overall), CB Brice McCain(118) e SS Troy Nolan(223) chegam para dar uma maior profundidade ao Depht Chart do time, e talvez até para participar de snaps, já que a secundária do time não foi nada boa na última temporada. Além deles, o time correu atrás dos TEs Anthony Hill(122) e James Casey(152), o primeiro é um excelente bloqueador, e o outro será um grande backup, mas talvez o time tenha escolhido mais TEs do que o necessário, mesmo que seja uma carência do time.  B+

Jacksonville Jaguars – Nota: B

Bom draft do Jaguars, apesar de ter escolhido OTs excessivamente em rounds altos, o time acertou na maioria das outras escolhas, as necessidades do time estão ‘cobertas’, basta saber se os jogadores escolhidos poderão render o esperado.

Eugene Monroe – OT, Virginia
8 overall – 1o round

Apesar do Jaguars ter trazido reforços para a OL, Monroe era esperado para sair no top 3, e era muito bom para o Jaguars passá-lo. Com Crabtree e Raji disponíveis, essa escolha pode ser contestada pela necessidade, mas não pela qualidade. B+

Eben Britton – OT, Arizona
39 overall – 2o round

WTF? OT de novo? Tra Thomas, anyone? Tony Pashos, anyone? Escolha estranhíssima do Jaguars aqui, com 3 OTs de qualidade no elenco, pra que mais um? O time tem muitas necessidades maiores. D+

Terrance Knighton – DT, Temple
72 overall – 3o round

Finalmente um DT, escolha muito boa do Jaguars, o time precisava de alguém para jogar ao lado de Henderson, e acha sua solução em Knighton, que deve participar de muitos snaps já em sua primeira temporada. A-

Com suas outras escolhas, o Jaguars escolheu 1 conerback, 3 wide receivers, 1 running back e um tight end. O cornerback Derek Cox vem ajudar a secundária do time, que carece de bons cornerbacks em seu elenco. Talvez o maior problema do time seja a falta de wide receivers de qualidade para ajudar David Garrard, o time escolheu Mike Thomas, Jarret Dillard e Tiquan Underwood para tentar finalmente achar um alvo confiável para o Quarterback do time. Com uma de suas escolhas compensatórias no 7o round, o Jaguars fez uma escolha sensacional, o running back Rashad Jennings, que poderia sair até no 3o/4o round, e vem para ser o complemento de Jones-Drew no jogo corrido do Jaguars. O time ainda escolheu o TE Zach Miller para dar mais profundidade à essa posição. B+

Tennessee Titans – Nota: B-

Kenny Britt, WR – Rutgers
30º overall – 1º round

Uma escolha esperada e bem feita do Titans. O ponto fraco do ataque da equipe é o grupo de WRs que está fortalecendo e com Kenny Britt tem um jogador muito rápido, bom bloqueador e ágil ápos a recepção, que fará um bom trio com Justin Gage e Nate Washington.A-

Sen’Derrick Marks, DT – Auburn
69º overall – 2º round

Com a saída de Haynesworth, o Titans precisa de reforços para continuar com sua DL forte que foi muito importante em 2008. Marks parece ser o indicado para manter o bom nível do setor. Marks é um DT bom na penetração ao backfield e com boa agilidade. B+

Jared Cook, TE – South Carolina
89º overall – 3º round

Aqui, mais um reforço para o corpo de recebedores da equipe, o Titans não tem um TE muito bom e com Cook sobrando até o 3º round, o time não pensou e draftou ele, Cook é um bom reforço para o ataque do Titans dando mais opções de passe para Kerry Collins. B

Com seus outros picks, o Titans manteve o padrão e trouxe reforços para posições carentes. O CB Ryan Mouton embora seja um pouco reach para a posição na qual foi selecionado chega para ser o sucessor de Nick Harper e manter o nível da secundária alto, o ILB Gerald McRath chega para dar depth ao setor e no futuro substituir Bulluck, que deve sair do Titans, o OT Tony Kropog chega também para a reserva pois alguns backups da OL saíram do time e a reposição era necessária, Javon Ringer é uma escolha questionável nessa altura pois a dupla de RBs do time é bo, porém White tem problemas de contusão. Jason McCourty também é um backup para a secundária, importante para deixar o elanco mais forte, Dominique Edison WR e Ryan Durand OG são jogadores para brigaram para ficarem no roster ao inicio da temporada, mas não devem fazer nada além de reforçar o elenco. Nick Schommer, o safety de 7º round também deve brigar apenas para ser reserva. B-

Indianapolis Colts (Feita por Ivan Prado, membro do Fórum oQuarterback, e torcedor do Colts. Análise sem cortes)

O Colts é uma franquia conhecida por não usar muito a free-agency e construir o time através do draft.

Por isso todo ano os torcedores do Colts se animam muito no dia do draft afinal, dali sairão as nossas novas estrelas.

E esse ano não foi diferente, o Colts foi para esse draft com vários buracos para tampar no roster e, apesar de ser muito cedo para afirmar (afinal nenhum desses jogadores jamais viu 1 snap na NFL), o Colts parece ter tapado todos esses buracos com um draft muito inteligente.

1º Round – 27ª Escolha
Donald Brown, RB, UConn

Com a sua primeira escolha, o Colts manteve sua tradição de surpreender a todos e selecionou um RB.

O Colts teve sérios problemas com o jogo corrido na temporada passada, isso não é segredo para ninguém. Porém muitas pessoas consideravam que o Colts já tinha uma dupla de RBs boa (Addai-Hart) e que para melhorar o jogo corrido, a equipe de Indianapolis deveria fortalecer a sua OL, e não escolher outro RB. Uma idéia correta, mas que não funciona se esse RB é Donald Brown.

Antes de qualquer coisa é preciso lembrar que o Colts draftou OLs em todos os seus drafts desde 2002, ano passado (quando não teve escolha de 1º round) e no anterior escolheu no 2º Round e, mesmo no ano passado, o OL que mais impressionou foi Jamey Richard, escolhido no 7º Round. Sabendo isso, é compreensível que o Colts tenha decidido resolver os seus problemas de linha com treinamentos, e usando uma escolha num round mais baixo.

Para melhorar ainda mais a nota dessa escolha, Donald Brown correu para mais de 2000 jardas (só no ano passado) com uma OL terrível, ou seja, mesmo se a OL do Colts não funcionar muito bem, Brown consegue se virar. Rápido, inteligente e com cortes muito bons, Brown tem potencial para ser um dos melhores RBs da liga. Ele junto com Addai e Hart forma um trio novo, extremamente talentoso e que tem tudo para causar estrago em muitas defesas da NFL

2º Round – 56ª Escolha
Fili Moala, DT, USC

Na temporada passada o Colts além de não conseguir correr a bola, não conseguia parar a corrida, e essa escolha é direcionada a solucionar esse problema.

A primeira vista, Moala é o DT que o Colts precisa, grande, joga para o time (e por isso não tem grandes stats) e além de parar a corrida consegue colocar uma pressão enorme no QB. Deve ser starter ate o final do Training Camp.

Outro ponto importante nessa pick (e na do 1º Round também) é que Moala é um “rapaz de família”, não arruma encrencas, se da muito bem com os companheiros e, leva os treinamentos muito a sério. Típica escolha do Polian.

3º Round – 92ª Escolha
Jerraud Powers, CB, Auburn

Não é segredo para ninguém que o Colts sofreu com contusões na secundária na temporada passada. Raros são os torcedores do Colts que tem coisas boas a falar sobre jogadores como Tim Jennings. Powers apesar de ser considerado baixo (1,75 m de altura) é ótimo no coverage. Tem um estilo de jogo muito similar com o CB titular do Colts, Kelvin Hayden e deve se tornar um bom nickel em pouco tempo, até então será um “Plano B” para eventuais contusões.

4º Round – 127ª Escolha
Austin Collie, WR, BYU

Sem nunca ter sequer entrado em campo, Collie já é um dos jogadores mais bem-vistos pela torcida do Colts.

Jogador rápido, excelente nas rotas e com boas “mãos”. Pode tanto acabar jogando no slot, como pode se alinhar de WR #2 e deixar Gonzo fazendo a função que ele fez desde que chegou ao Colts. Para dar uma idéia de como Collie funciona, ele lembra muito o Brandon Stokley. Tem talento para retornador também, embora o Colts não tenha planos de usá-lo dessa forma (inicialmente).

Ficou com uma fama de falar muito, embora isso não seja verdade, também não é uma mentira. Collie fala o que pensa e as vezes no calor de um jogo ele fale mais do que deve, mas o fato é que depois de algumas declarações, as torcidas adversárias começaram a perseguir Collie, e mesmo quando ele não falava nada ofensivo, eles julgavam como algo ruim. Por todas as entrevistas que eu já vi, seja para canais de TV, jornais ou para o Colts.com, Collie me pareceu o completo oposto disso.

4º Round – 136ª Escolha
Terrance Taylor, DT, Michigan

DT forte, mas que não tem um tamanho “ideal”, mesmo assim seu jogo é do típico NT. Vem rendendo muito bem no mini-camp e, a principio não deve ser mais do que um backup, mas pode aparecer durante a temporada.

6º Round – 201ª Escolha
Curtis Painter, QB, Purdue

Ao contrário do que muitos pensam, Painter não vem para ameaçar Sorgi e ser “doutrinado” por Peyton Manning. O Colts procura um 3º QB desde o ano passado (quando testou Quinn Gray e Jared Lorenzen) e dessa vez decidiu trazer o mesmo pelo draft.

Painter era o QB de Purdue, e por isso se sente em casa em Indy. Tem um bom braço (nada excepcional), bom pocket presence e uma inteligência excelente. Faz uma leitura bem rápida dos receivers e sem demorar muito já escolhe o seu alvo.

Painter já foi definido como “um dos QBs mais preparados para a NFL desse draft” e se ele tivesse sido inscrito para o draft do ano passado, não teria sobrado até o 3º Round, porém teve um ano ruim e acabou caindo para o 6º. Não deve ver muitos snaps por muito tempo, mas se for acionado ele vai corresponder. Julgue esse pick como steal.

7º Round – 222ª Escolha
Pat McAfee, K/P, West Virginia

Pick meio previsível. Colts não tinha P, pegou um dos melhores disponíveis.

Foi tanto K como P no college, mas o Colts o draftou como P. West Virginia usa uma formação de punt meio diferente, parecida com rugby, e por isso não se acha muitos vídeos de McAfee nos punts.

Um dado interessante também é que McAffe é lutador de luta-livre, e por isso ele é bem maior do que um P normal. Essa curiosidade ajuda muito, pois ele consegue fazer um tackle caso seja necessário (existem vídeos no youtube de tackles dele).

Também vale lembrar que o Colts pegou um P como UDFA, mas esse já foi cortado e a vaga de McAfee já esta praticamente assegurada.

7º Round – 236ª Escolha
Jaimie Thomas, OT/OG, Maryland

Escolha para compor elenco. Também pode ser vista como uma escolha de segurança caso a linha continue tendo problemas, assim como Jamey Richard surpreendeu na temporada passada, o Jamie Thomas pode aparecer.

A princípio, vem para jogar como OT. É um cara bem grande e foi starter por 2 anos em Maryland, onde mostrou talento no pass-protection.





Análises do Draft por equipe – AFC North

3 05 2009

Baltimore Ravens Nota: B+

 

Michael Oher, OT – Ole Miss

1,93 m 140 Kg

23º overall – 1º round

 

O Ravens tem uma OL boa com Offensive Tackles, porém o RT Willie Anderson já está no final de carreira e não há no elenco um substituto a sua altura. Não havia, porque Oher é um OT muito bom que abre buracos para os RBs e deve fazer isso muito bem no Ravens. Oher vai bem na unbalanced line feita pelo Ravens porque se move muito bem e pode atuar tanto pelo lado esquerdo como pelo direito. Nota: A

 

Paul Kruger, DE – Utah

1,93 120 Kg

57º overall – 2º round

 

O Ravens precisa de um substituto para Trevor Pryce que já está perto da aposentadoria, o Paul Kruger deve ser esse jogador. Kruger é um DE muito bom, mas jogou no college em uma defesa 4-3 e terá que se adaptar ao 3-4 do Ravens, se ele for bem na função terá sido uma grande escolha do Ravens, mas se ele não for bem na função o Ravens não terá resolvido seu problema. Nota: B

 

Lardarius Webb, CB – Nicholls State

1,78 m 81 Kg

88º overall – 3º round

 

O Ravens precisava reforçar a sua secundária, mas a escolha de Webb a essa altura é questionável por dois motivos, havia Cornerbacks melhores a disposição e um Wide Receiver é mais necessário no roster da equipe. Webb é um CB rápido e bom no special team eu deve ser útil para o Ravens, mas não foi o pick ideal. Nota: C+

 

Com suas outras escolhas o Ravens foi certeiro e selecionou jogadores para fortalecer suas posições mais carentes, mas não selecionou nenhum WR e deve ir para 2009 com o mesmo grupo da temporada passada. No 5º round, a escolha do ILB Jason Philips trás mais disputa pela vaga que era de Bart Scott, ainda no 5º round a equipe selecionou o TE Davon Drew que vai brigar para ser o 3º TE da equipe fortalecendo o setor e no 6º round a escolha de Cedric Peerman trás um RB de força física, porém veloz que pode ser retornador mas tamém corre bem com a bola.

Cincinnati Bengals: Nota A-

 

Em questão de talento, os Bengals fez um excelente draft, escolhendo 3 jogadores do nível de 1º round. Mas considerando o extra-campo, não foi tão bom assim, pois André Smith mostrou sérios problemas de peso no Combine e Maualuga tem seu caráter questionado, o que o fez cair do Top 15, e num balneário não tão bom como o de Cincinnati ele poderá causar mas problemas que benefícios.

 

Andre Smith, OT- Alabama

1,95 m 150 Kg

6º overall – 1º round

 

Ele visivelmente estava acima do peso no Combine e saiu mais cedo do que o marcado, como se tivesse desistido. Particularmente, achava que ele deveria cair para o 2º-round, mas ele tem talento e Mike Brown e Marvin Lewis, dono e HC respectivamente do time, acharam que ele valeria um top 10. Essa dúvida só será tirada com o tempo. Nota: B.

 

Rey Maualuga, ILB- USC

1,89 m 113 Kg

38º overall – 2º round

 

A posição de DE era mais necessitada, mas pelo jogador que é dentro de campo o time não poderia deixa-lo passar, mas após a notícia do motivo do jogador ter caído tanto no Draft (Batia em sua namorada e brigava com companheiros da USC) bota em dúvida o seu futuro na NFL, será que será mais marcado pelo que faz dentro ou fora de campo? Nota: B-.

 

Michael Johnson, DE- Georgia Tech

2.04 m 120 Kg

70º overall – 3º round

 

Com essa escolha o time preencheu sua maior necessidade até então, e Michael Johnson tem um grande potencial para se tornar em um bom jogador e titular por muito tempo no time. Certamente uma escolha incontestável e para mim a melhor do time. Nota: A.

 

Em suas outras escolhas o time foi atrás de preencher pequenas necessidades e parece que o fez bem. Em sua escolha compensatória no 3º round, o time escolheu o TE Chase Coffman, era tido como um possível 1º round e vem para fazer pressão em Bem Utecht que não vem mostrando muita coisa. No 4º round o time pegou Jonathan Luigs, C, que mostra ser um jogador bem sólido que poderá ajudar muito o time. Depois o time usou a escolha em Kevin Huber, o primeiro Punter a sair no Draft, o time precisava e foi atrás dessa posição. Depois foi a vez do CB Morgan Trent ser escolhido, ele vem para minimizar alguns problemas da secundária do time e dar profundidade ao grupo de CB. O time poderia ter pego um RB mais cedo no draft, mas deixou para pegar apenas no 6º round, e Bernard Scott vem para fazer uma pressão maior em Cedric Benson. No ultimo round o time escolheu o FB Fui Vakapuna, o DT Clinton McDonald e o WR Freddie Brown que vieram apenas para dar uma solidez maior para o Depht Chart, com Vakapuna podendo ate brigar pela posição de starter em algum tempo. Nota: A.

Cleveland Browns Nota Geral: B-

 

Alex Mack, C – Califórnia

1,93 m 143 Kg

21º overall – 1º round

 

Com a aposentadoria de LeCharles Bentley confirmada e um ano de 2008  não muito bom para Hank Fraley que já tem 31 anos, o Browns precisava garantir um bom Center para que sua OL jogue melhor que em 2008. Mack é considerado por muitos, um dos melhores prospects para a posição em muitos anos e deve ter uma bela carreira na NFL, devido a sua força física e agilidade. Talvez um Defensive Back fosse mais necessário para o Browns, mas eles garantem um Center com muito talento. Nota: B-

 

Brian Robiskie, WR – Ohio State

1,91 m 95 Kg

36º overall – 2º round

 

O Browns foi mal em 2008 no jogo aéreo e parte da culpa é da falta de grandes WRs no elenco, por isso a escolha de Robiskie a essa altura foi muito acertada por ser o melhor WR disponível, Robiskie é um Possession Receiver que deve fazer uma dupla muito boa com Braylon Edwards, Robiskie é um WR muito grande e com boa força física que completa as características  de Edwards. O Browns mais uma vez prioriza o ataque ao invés de sua carente defesa, mas não foi uma escolha ruim. Nota: B+

 

Mohamed Massaquoi, WR – Geórgia

1,88 m 95 Kg

50º overall – 2º round

 

Aqui uma escolha equivocada do Browns. Outro WR enquanto uma grande necessidade do time, a secundária, contuava esquecida, Massaquoi até é um bom jogador, mas não é necessidade do time mais um WR a essa altura, contudo, a escolha de Massaquoi faz o grupo de WRs ficar bem forte e assim facilitar a vida de Brady Quinn. Massaquoi a essa altura foi uma escolha equivocada devido as muitas necessidades do time maiores que WR. Nota: C-

 

Com suas outras escolhas o Browns priorizou a defesa buscando fortalecer todos os setores. A escolha de OLB David Veikune ainda no 2º round é questionável devido a ele não ser um jogador para 2º round e ainda estarem livres jogadores da mesma posição melhores que ele. Kaluka Maiava foi uma boa aquisição. Jogador versátil que pode ser OLB, ILB e jogador de time de especialistas e o Browns deu sorte de Maiava cair até o 104 overall. Don Carey, finalmente um jogador de secundária foi um bom pick devido a grande necessidade da equipe, Carey é muito bom marcando passes mais profundos e vai ser importante para a equipe em 2009. No 6º round, outro CB. Coye Francies é um CB muito bom que caiu até ai por ser de uma universidade pequena. Francies também é um bom retornador. James Davis, a escolha de 7º round da equipe é um RB que chega para completar o depth da posição já que Lewis não é mais um garoto e seus reservas não são tão bem qualificados.

Pittsburgh Steelers Nota geral: B

(Análise feita por Guilherme Rodrigues, torcedor do Steelers que particpa do Fórum oQuarterback www.oquarterback.com/forum)

 

O Pittsburgh Steelers fez um draft onde priorizou à versatilidade dos atletas selecionados, praticamente todos podem desempenhar mais de uma função no time. Uma espécie de barganha que o time realizou, pagando um salário pra um jogador “2 em 1”. Além de suprir as necessidades da equipe, o time encontrou bons valores que se encaixam com a filosofia do time, mais uma vez como de costume, um ótimo draft do Steelers.

 

Evander “Ziggy” Hood, DE/DT

32 overall – 1° round

 

Com o envelhecimento da linha defensiva e com fim de contrato em 2010 de Hampton e Keisel, a organização do Steelers sentiu a necessidade de manter o nível da melhor defesa da NFL em detrimento a linha ofensiva. Assim, escolheram o 2º melhor fit pra DE 3-4 do draft, selecionando Evander “Ziggy” Hood. Hood não deverá ter muito tempo de jogo neste ano, entrando mais em situações claras de passe em 3rd downs para pressionar o QB, sua principal qualidade, e na rotação dos DEs. Ziggy Hood tem grande velocidade, mas segundo John Mitchell, coach da DL, precisará-se aprimorar como run stuffer. Nota: A

 

Kraig Urbik, OG

79 overall – 3º round

 

Urbik vem como principal reforço da famigerada OL do Steelers podendo atuar como OG e/ou OT sendo um jogador muito durável. Kraig Urbik é muito físico e agressivo em campo, um reforço massivo no jogo corrido da equipe. Muito provavelmente, ganhará a vaga de Darnell Stapleton como RG, durante os training camps e começará como starter do time. Nota: B+

 

Mike Wallace, WR

84 overall- 3º round

 

Mike Wallace é um tremendo velocista, correu o 40 yard-dash em impressionantes 4.28s. Vem para lutar pela posição de WR#3 com Limas Sweed e também para retornar punts e kickoffs. Possui boas mãos e é o deep threat que o time precisava após a saída de Nate Washington. Nota: A-

 

Keenan Lewis, CB

96 overall – 3º round

Um CB físico, muito alto e inteligente, essas são as características principais de Keenan Lewis, outra grande barganha do Steelers. Vem pra disputar a posição de nickelback com o veterano Deshea Townsend, na pior das hipóteses ficará no roster. Lewis pode jogar como free safety e poderá assumir a posição em 2010, caso o time não renove com Ryan Clark. Nota: B

 

Joe Burnett, CB

168 overall – 5º round

Mais um CB pro depth do Steelers, Burnett é bem menos físico que Keenan Lewis, mas apresenta grande ball skills e boas mãos para interceptações. Burnett, é um excelente retornador de punts e kickoffs, se ficar no roster, deverá ter como principal função ser o retornador do time. Nota: B

 

Frank Summers, RB

169 overall – 5º round

O que dizer de um RB/FB que tem como apelido “The Tank” e que sua parte favorita do jogo são os retornos adversários, porque, segundo ele, é neste momento que pode dar um hit em alguém!? Somente que tem a “cara” de um Steeler! “The Tank” vem pra jogar em situações de short yardage e goal line, pode jogar como HB e FB, além de ser impressionante como special teammer, pelo que já foi dito acima. Será que encontramos o novo “The Bus”? Nota: A

 

Ra’shon Harris, DE

205 overall – 6º round

Mais um reforço pra DL, Harris é um jogador pesado e muito bom colapsando os pockets adversários, porém é muito lento. Vem para ser trabalhado por John Mitchell, provavelmente fique no practice squad. Nota: C

 

A.Q.Shipley, C

226 overall – 7º round

Shipley é o nativo que o FO do Steelers quer como seu Center por muitos anos. Jogador que foi muito bem conceituado por Mike Mayock, com grande técnica e inteligência pra posição. Shipley é undersized pra enfrentar os gigantes Nose Tackles da AFC North, possui braços curtos e mãos pequenas. É o Center ideal para o zone block scheme que o time vem tentando implantar sem sucesso. A.Q. deve ficar no practice squad e assumir a titualaridade em 2010 com fim de contrato do Hartwig. Nota: B+

 

David Johnson, TE

241 overall – 7º round

Por fim, o Steelers seleciona seu TE. Johnson tem grande capacidade nos bloqueios, tanto para o passe como para a corrida além de boas mãos recebendo. Foi a escolha para ser desenvolvida e possivelmente utilizada caso Heath Miller não fique em 2010. Nota: B-